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AGU e Fazenda voltam a negar responsabilidade por demora no empréstimo para salvar o BRB

Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB Gustavo Moreno/STF A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Mi...

AGU e Fazenda voltam a negar responsabilidade por demora no empréstimo para salvar o BRB
AGU e Fazenda voltam a negar responsabilidade por demora no empréstimo para salvar o BRB (Foto: Reprodução)

Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB Gustavo Moreno/STF A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério da Fazenda voltaram a negar nesta sexta-feira (21) que o governo federal seja responsável pela demora na formalização do empréstimo de até R$ 6,6 bilhões para o governo do Distrito Federal capitalizar o Banco de Brasília (BRB). Em nota, os órgãos afirmaram que a União cumpre integralmente as obrigações previstas no acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Pelo acordo, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) concederia o empréstimo ao DF, com os recursos destinados à capitalização do BRB. A operação teria garantia de um grupo de bancos e, como contragarantia, recursos do DF provenientes do FPE e do FPM. A União não seria avalista nem garantidora do financiamento. A operação ainda não foi formalizada. Em 6 de agosto, o GDF pediu ao STF uma nova audiência e alegou “inércia” do FGC e da União no cumprimento do acordo. A audiência ocorreu em 13 de agosto, mas terminou sem acordo. Na ocasião, o FGC afirmou que precisava de informações financeiras do BRB para avaliar o crédito, enquanto os bancos apresentaram dúvidas sobre as garantias e a viabilidade da operação. Após reunião no STF, acordo entre GDF e órgãos federais fica mantido para tentar salvar BRB Na nota desta sexta, AGU e Fazenda afirmam que participaram de reuniões com o FGC, o BRB e instituições financeiras em julho para tentar viabilizar o acordo. Segundo os órgãos, a demora decorre de “questões negociais, técnicas e de governança interna” dos agentes envolvidos, e não de omissão ou impedimento do governo federal. A União afirma ainda que a decisão do STF que afastou determinadas exigências de responsabilidade fiscal não elimina os riscos da operação nem impede a análise de crédito pelos bancos. Segundo a nota, cabe ao DF e ao BRB apresentar informações e um plano de negócios que permitam às instituições avaliar a viabilidade do empréstimo. AGU e Fazenda reiteram que a União não dará aval ou garantia financeira para a operação, mas afirmam que permanecem dispostos a colaborar para a solução, desde que sejam preservados os termos do acordo homologado pelo STF. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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