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Enquanto TCU questiona liquidação do Master, PF dará continuidade às investigações e avalia ter indícios concretos de fraude bancária

Enquanto o Tribunal de Conta da União (TCU) questiona liquidação do banco Master, a Polícia Federal vai dar continuidade às investigações colhendo novos ...

Enquanto TCU questiona liquidação do Master, PF dará continuidade às investigações e avalia ter indícios concretos de fraude bancária
Enquanto TCU questiona liquidação do Master, PF dará continuidade às investigações e avalia ter indícios concretos de fraude bancária (Foto: Reprodução)

Enquanto o Tribunal de Conta da União (TCU) questiona liquidação do banco Master, a Polícia Federal vai dar continuidade às investigações colhendo novos depoimentos neste mês de janeiro e avalia já ter indícios concretos de fraudes bancárias praticadas pela instituição financeira liquidada pelo Banco Central. Os novos depoimentos de diretores do Master e do BRB já devem ser tomados no final de janeiro e serão feitos depois da polêmica acareação no Supremo Tribunal Federal (STF) entre Daniel Vorcaro, dono do banco liquidado, e Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB). A decisão do ministro Dias Toffoli, relator do inquérito do caso Master no STF, foi criticada por juristas pois a investigação ainda está em andamento e depoimentos não haviam sido tomados até então. Por sinal, a PF já está analisando o conteúdo dos documentos, celulares e computadores apreendidos durante a operação "Compliance Zero", realizada no dia 18 de novembro do ano passado, quando Daniel Vorcaro e outros diretores do Master foram presos, mas depois liberados com a adoção de medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os investigadores avaliam que já há fortes indícios de fraudes bancárias cometidas pelo banco Master. Segundo as investigações do Banco Central e da PF, o Master vendeu carteiras falsas de crédito para o BRB dentro de uma operação de socorro do banco de Vorcaro, que apresentava dificuldades para honrar seus compromissos. Do seu lado, o Banco Central entrou com recurso no TCU contra a decisão monocrática do ministro Jonathan de Jesus de determinar uma inspeção nos documentos do Master em poder da autoridade monetária. A área jurídica do BC alega que uma inspeção, segundo o regimento do tribunal, só pode ser deliberada por um colegiado do tribunal, e não uma decisão monocrática. A área técnica do BC teme o uso desvirtuado destes documentos, que pode acabar dando munição para os advogados de defesa de Daniel Vorcaro usarem no processo que tramita no STF. A medida tem sido criticada por ex-diretores do Banco Central como algo atípico e fora das competências do TCU. Decisão de Dias Toffoli provoca transferência das investigações sobre Banco Master para o Supremo Jornal Nacional/ Reprodução

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