Homem é condenado a 20 anos de prisão por tentar matar ex-companheira em Vitória do Mearim
Homem é condenado a 20 anos por matar ex-companheira a tiros em Vitória do Mearim Divulgação/Tribunal de Justiça A Justiça do Maranhão condenou Gilvan da...
Homem é condenado a 20 anos por matar ex-companheira a tiros em Vitória do Mearim Divulgação/Tribunal de Justiça A Justiça do Maranhão condenou Gilvan das Neves Maciel a 20 anos de prisão em regime fechado por tentar matar a ex-companheira a tiros no povoado São Benedito, zona rural de Vitória do Mearim, a 178 km de São Luís. O crime aconteceu em novembro de 2024. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do MA em tempo real e de graça A decisão é da juíza Lucianne Solano de Macedo Moreira divulgada na terça-feira (16). De acordo com as investigações da Polícia Civil, a vítima estava realizando tarefas domésticas quando ouviu alguém bater na janela de vidro da casa. Ao perceber que era Gilvan, ela o alertou de que ele não poderia estar no local devido a uma medida protetiva de urgência concedida em seu favor. Segundo a polícia, o acusado pediu perdão por ter quebrado um celular durante uma discussão anterior e tentou reatar o relacionamento. A vítima recusou e pediu que ele deixasse a residência. Pouco depois, enquanto retomava seus afazeres, foi surpreendida por Gilvan armado. Ele atirou contra a mulher, atingindo-a na região do tórax, e fugiu em seguida. A vítima foi socorrida por vizinhos e levada ao hospital municipal. Uma testemunha relatou ter ouvido o disparo e, ao sair para verificar o que havia acontecido, viu o acusado correndo com um revólver na mão. A mulher também afirmou que a vítima, ferida e sangrando, identificou Gilvan como autor do crime. Durante a investigação, a polícia reuniu depoimentos de testemunhas e anexou ao inquérito uma fotografia em que o acusado aparece segurando um revólver. Ao ser interrogado, Gilvan permaneceu em silêncio. Na sentença, a juíza destacou que o Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento do Tema 1.068 da repercussão geral, firmou entendimento de que a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri permite a execução imediata da condenação imposta pelos jurados, independentemente do tamanho da pena aplicada.