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'Momento não é de confronto entre Legislativo e Executivo', diz Motta sobre possíveis vetos de Lula ao PL Antifacção

Projeto antifacção vai para sanção do presidente Lula O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quarta-feira (25) q...

'Momento não é de confronto entre Legislativo e Executivo', diz Motta sobre possíveis vetos de Lula ao PL Antifacção
'Momento não é de confronto entre Legislativo e Executivo', diz Motta sobre possíveis vetos de Lula ao PL Antifacção (Foto: Reprodução)

Projeto antifacção vai para sanção do presidente Lula O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quarta-feira (25) que possíveis vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no texto do “PL Antifacção", são naturais e "prerrogativa do Presidente da República". "O momento não é de confronto entre o Legislativo e o Executivo. O confronto, agora, tem que ser com o crime organizado", disse Motta. Diante da possibilidade de o presidente Lula discutir vetos parciais a proposta, Motta afirmou que a Câmara respeita o Executivo e que após análise do presidente, o Congresso irá analisar possíveis vetos "com muita tranquilidade". A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça o projeto que endurece a legislação contra organizações criminosas. Veja os principais pontos do projeto aprovado pelos deputados. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o deputado Guilherme Derrite (PP-SP). Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados De autoria do Executivo, o texto passou por várias mudanças. Somente na Câmara, sob a relatoria do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que foi secretario de Segurança Pública de São Paulo, integrando a equipe do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), para relatar o projeto, foram oito versões. "A sociedade cobra de nós respostas duras no combate ao crime organizado e, sem dúvida alguma, essa medida aprovada na Câmara é a medida mais dura aprovada na história do Brasil no enfrentamento ao crime organizado, justamente pelas novas tipificações criminais", disse Motta.

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